Rastreamento eletrônico de agressores cujas vítimas estejam com medida protetiva, ampliação e fortalecimento das Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher e as Procuradorias da Mulher e  criação do Centro Integrado da Segurança Pública, com unificação de dados e monitoramento de agressores, são algumas da medidas anunciadas pelo Gioverno Federal em homenagem ao Dia Internacional da Mulher.

“O Brasil que queremos não é um País onde as mulheres apenas sobrevivam. É um País onde elas possam viver em segurança, com liberdade para se divertir, trabalhar, empreender e prosperar”, afirmou o presidente Lula na noite deste sábado,7, em cadeia nacional de rádio e tv. Segundo ele v ‘iolência contra a mulher não é questão privada onde ninguém mete a colher. “É crime. E vamos, sim, meter a colher”, afirmou.

No pronunciamento, o presidente lembrou que em fevereiro foi lançado, por iniciativa do Executivo, o Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio que une os Três Poderes para proteger a vida das mulheres. Na última sexta-feira, foi anunciado um conjunto de ações a serem implantadas de imediato. Para começar, um mutirão do Ministério da Justiça, em parceria com os governos dos estados, para prender mais de 2 mil agressores de mulheres que não podem e não vão continuar em liberdade. E prometeu “Estou avisando: outras operações virão”.

O presidente ainda afirmou que o fim da escala de trabalho 6×1 é uma pauta também das mulheres por permitir que as trabalhadoras passem mais tempo em casa com a família; chamou a atenção para a importância de olhar pela segurança de mulheres e meninas no ambiente digital e adiantou que neste mês serão anunciadas novas medidas de combate ao assédio on-line.