Com estrutura de nível internacional, o Autódromo Internacional de Goiânia Ayrton Senna recebe a partir de amanhã, sexta-feira, 20 a etapa brasileira do Mundial de MotoGP, maior categoria do motociclismo mundial. Goiás investiu R$ 250 milhões na transformação completa do circuito, que passou por troca da massa asfáltica da pista, além de ampliação e substituição dos itens de segurança. Entre as novas estruturas construídas estão a torre de controle e o centro médico.
O espaço tem uma nova torre de controle e conta com sala de monitoramento, por onde vão passar as principais decisões técnicas da corrida, como bandeiradas e penalidades, tomadas a partir da análise de dezenas de câmeras espalhadas pelo circuito. Outra novidade é a construção de um novo centro médico. Com 430 metros quadrados e equipamentos de primeira linha, a estrutura está pronta para lidar com qualquer tipo de emergência, com agilidade e qualidade de atendimento.
Diretor esportivo da MotoGP, Felippe Biazzi comenta sobre o nível de excelência técnica que o prédio vai operar. “É o primeiro autódromo da América Latina que está com um Race Control completo. Passa a ser uma referência para outros estados e países. Quem quiser fazer um autódromo Grade A, que é o padrão de maior excelência no motociclismo internacional, vai ter de seguir Goiânia.”
Diretor do centro médico da MotoGP Brasil, Dr. Dino Altmann avalia que a estrutura é uma das melhores do circuito mundial. “Nós temos postos com médicos, enfermeiros e seis ambulâncias ao redor da pista para atender o piloto o mais rápido possível. Nossas salas de emergência possuem estrutura semelhante a um centro cirúrgico dos melhores hospitais do mundo”, destaca o médico.
O Autódromo Internacional de Goiânia também passou por intervenções em outros pontos do circuito. Uma nova estrutura que chama a atenção é a construção de um viaduto, localizado antes da curva 0, com o intuito de facilitar a logística e agilizar a montagem e desmontagem das estruturas.
A praça esportiva também possui uma nova ala dos boxes, com mais unidades e espaços para as equipes, camarotes e dois helipontos montados, sendo o principal deles ao lado do centro médico, agilizando possíveis deslocamentos em casos de emergência. Outro ponto observado na reforma foi a acessibilidade para pessoas com deficiência e dificuldades com locomoção, nos acessos e saídas de todos os ambientes.
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