Quem passar pela região do Autódromo Internacional Ayrton Senna, em Goiânia, durante o Mundial de Motovelocidade, vai se deparar com uma cena inesperada: “uma praia em pleno cerrado”.

A instalação, de escala monumental, chama atenção pela composição inusitada: uma cadeira de praia, com seis metros de altura, uma prancha de surf de aproximadamente dez metros e uma grande “toalha” com a mensagem “Goiânia vai ter praia”.

Mais do que uma intervenção visual, a ação marca oficialmente o local onde será implantado um dos projetos mais ambiciosos do urbanismo recente na região.

Instalada em um terreno estratégico em frente ao autódromo, a intervenção foi concebida para dialogar com o maior acontecimento da cidade, que traz visibilidade mundial e transforma curiosidade em descoberta.

Ao contrastar com o ambiente de velocidade e asfalto, a “praia” cria um ponto de ruptura na paisagem e convida o público a imagiva possibilidade para Goiânia.

A iniciativa é da Flamboyant Urbanismo e representa o primeiro movimento visível de um masterplan desenvolvido em parceria com o escritório britânico Foster + Partners, referência mundial em arquitetura e urbanismo, com tecnologia da Wavegarden, líder global em geração de ondas artificiais.

“A proposta é potente: marcar território e despertar curiosidade. Estamos mostrando, de forma simbólica, que algo completamente novo está chegando à cidade. Além do GP Goiânia 2026 projetar a cidade para o mundo, a Flamboyant Urbanismo também quer fazer o mesmo, através desse projeto incomparável”, afirma Henrique Cerqueira, superintendente da Flamboyant Urbanismo.

A instalação não é apenas cenográfica. Ela cumpre um papel estratégico: sinalizar, de forma clara e acessível, o local onde será desenvolvido um complexo inédito no Centro-Oeste.

O projeto prevê a implantação de uma praia de surf com tecnologia de geração de ondas, integrada a um masterplan que reúne hotel de padrão internacional, residenciais de luxo e um mall com proposta voltada a lazer, gastronomia e convivência.

A escolha do momento, durante o Mundial de Motovelocidade, reforça o posicionamento da cidade como palco de grandes eventos e amplia a visibilidade da iniciativa.

Com potencial de atrair visitantes, investidores e novos olhares para a capital, o projeto se conecta a uma tendência global: empreendimentos que integram esporte, lazer e urbanismo em experiências completas.

“O masterplan nasce com vocação para ir além da cidade. Ele dialoga com um movimento global de busca por experiências, bem-estar e conexão com o ambiente. Goiânia passa a se posicionar de forma ainda mais relevante nesse cenário”, afirma Henrique.

A instalação marca, portanto, mais do que uma ação pontual. Ela inaugura um novo capítulo para a área e antecipa uma transformação que pretende reposicionar Goiânia no mapa do turismo, do esporte e do desenvolvimento urbano contemporâneo.