O governador Daniel Vilela participou da 2ª edição da TXC Corrida do Agro, neste sábado (11/4), em Goiânia. O evento esportivo, que reuniu cerca de 4 mil participantes, é voltado para praticantes de corrida de rua e busca fortalecer as cadeias produtivas do agro. “É um momento muito saudável e, ao mesmo tempo, divulga o principal setor da economia do nosso Estado. O agronegócio que carrega o Brasil, não só Goiás. Temos que ter muito orgulho desse segmento, que é a nossa origem, a nossa raiz e que leva o nome de Goiás para o mundo inteiro”, ressaltou.
A largada ocorreu no Centro de Excelência do Esporte, no Estádio Olímpico, e percorreu ruas como a Avenida Paraíba e Marginal Botafogo. O chefe do Executivo goiano fez um trajeto de cinco quilômetros ao lado do filho, Frederico Vilela. “Não é porque a pessoa vive no campo que não tem de se preocupar também em fazer um esporte, praticar uma atividade em família, até pela saúde ”, afirmou ao citar que muitos participantes fizeram o trajeto, assim como ele, acompanhado de familiares. “Vocês viram aí crianças correndo, mães, pais”, acrescentou.
A iniciativa promove, em paralelo à corrida, atividades como feira e espaços de interação para reunir produtores e parceiros do segmento. “É muito mais do que uma corrida. É um movimento para trazer conexão entre os produtores. A gente faz esse tipo de evento para, cada vez mais, fortalecer o agro que está tão presente na vida de todos nós”, destacou o sócio e cofundador da TXC, Antonio Neto. “Foi muito importante para firmar esse compromisso do agro, com a população, com a cadeia produtiva principalmente aqui de Goiás”, enalteceu, citando a presença do governador.
A prova esportiva teve um total de 4 mil corredores e foi dividida em três modalidades, nas categorias masculino e feminino: caminhada com três quilômetros; cinco quilômetros individual e 10 quilômetros individual. A empresária Lorena Resende, 41 anos, fez o percurso de cinco quilômetros. “Eu levo muito na esportiva, adoro curtir o momento. Não sou competitiva, eu acho que o legal é estar junto do movimento”, disse.
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