O Circo Laheto recebe, neste sábado (7), o espetáculo O Circo dos Amores Impossíveis, que encerra sua temporada de 2026 com uma apresentação que reúne teatro, música e artes circenses. Com apoio do Governo de Goiás, por meio do Programa Goyazes, da Secretaria de Estado da Cultura (Secult Goiás), a montagem combina humor e suspense em uma trama sobre o desaparecimento misterioso de uma bailarina, investigado por um detetive atrapalhado.

Na história, a investigação conduz o público por situações divertidas e surpreendentes, com a participação de personagens tradicionais do picadeiro, como a mulher barbada e o atirador de facas Metálico. A narrativa ganha vida por meio de números circenses, cenas teatrais e canções executadas ao vivo, criando uma experiência que aproxima diferentes linguagens artísticas e dialoga com públicos de todas as idades.

O espetáculo reúne atrações como tecido acrobático, lira, trapézio, performances de solo e parada de mão. A trilha sonora conta com 18 composições inéditas, criadas especialmente para acompanhar a história e ampliar a atmosfera cênica da apresentação.

Na sexta-feira (6), o espetáculo terá uma sessão exclusiva para estudantes de escolas públicas. A iniciativa proporciona aos alunos uma experiência de contato com as artes cênicas e circenses. Segundo a multiartista Débora di Sá, a receptividade dos estudantes tem sido motivo de entusiasmo para a equipe. “Cada público tem uma energia diferente e cada apresentação é única. Essa troca direta com as pessoas no palco é o que nos move. Estamos empolgados com a recepção e ansiosos para ver o Circo Laheto lotado no sábado”, destaca.

A trajetória de O Circo dos Amores Impossíveis começou a ser desenhada em 1999. A montagem ganhou formato definitivo em 2006 e chegou aos palcos em 2010. Desde então, acumula mais de 15 anos de apresentações, reunindo elementos do circo tradicional e da dramaturgia.

A criação é resultado da parceria entre o escritor e letrista Itamar Pires Ribeiro e Débora di Sá, cantora, compositora, atriz e artista circense. A direção teatral é assinada por Lua Barreto, o texto é de Itamar P. Ribeiro e a direção musical fica a cargo de Débora di Sá, que também interpreta a bailarina. A produção artística é de Felícia Garcia.

O elenco conta ainda com Marcelo di Castro, como o investigador; Reginaldo Mesquita, no papel do atirador de facas Metálico; Marcelo Marques, como apresentador; e Renata Lima, que interpreta a mulher barbada. Heitor de Sá assina o design gráfico e Rafael Eckert responde pela montagem técnica.