O Tribunal de Justiça do Estado de Goiás empossou, nesta sexta-feira (29), Maria Cristina Costa Morgado e Sérgio Brito Teixeira e Silva nos cargos de desembargadora e desembargador do Poder Judiciário goiano, durante sessão solene realizada no Plenário Desembargador Homero Sabino, em Goiânia.

“Tenho certeza que a experiência acumulada, o equilíbrio de espírito e a lealdade à toga que orientaram a vida pública de vossas excelências encontrarão neste tribunal campo fértil legítimo para servir a justiça goiana. Em nome do Tribunal de Justiça de Goiás recebam as felicitações de todos os desembargadores e desembargadoras desta casa e de nossos servidores. Contem com o nosso apoio e a parceria”, enfatizou o presidente do órgão, desembargador Leandro Crispim.

A posse administrativa dos magistrados tinha ocorrido em 23 de abril, no Salão Nobre da Presidência. Maria Cristina Costa Morgado foi promovida ao cargo de desembargadora pelo critério de merecimento, com base na Resolução nº 525/2023 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que busca promover a igualdade de gênero nos tribunais brasileiros, e na Resolução TJGO nº 247/2024. Ela assumiu a vaga decorrente da aposentadoria do desembargador Gilberto Marques Filho. Já Sérgio Brito Teixeira e Silva foi promovido ao cargo de desembargador pelo critério de antiguidade. O magistrado ingressou na vaga aberta com a aposentadoria do desembargador Jeová Sardinha de Moraes.

Em seu discurso, o governador do Estado de Goiás, Daniel Vilela, relembrou as trajetórias de Maria Cristina Costa e Sérgio Brito, ressaltando que a ascensão ao cargo representa o reconhecimento de uma vida dedicada à magistratura. O chefe do Executivo também enfatizou a parceria institucional entre os poderes e reafirmou o compromisso do Governo de Goiás com o diálogo permanente e o respeito à independência do Judiciário. “Tenho a certeza de que os empossados honrarão essa responsabilidade com independência, dedicação e elevado espírito público, contribuindo para que Goiás continue sendo referência não apenas em desenvolvimento, mas também em segurança jurídica, estabilidade institucional e justiça para todos”, afirmou.