O governador Daniel Vilela recebeu, nesta segunda-feira (3/8), no Palácio das Esmeraldas, os dez estudantes selecionados pelo Goiás pelo Mundo – Mestrado Internacional. “Espero que vocês aproveitem essa experiência, absorvam todo o aprendizado possível e tragam esse conhecimento de volta para Goiás”, afirmou, ao defender que a formação no exterior produza benefícios para além da trajetória individual dos bolsistas. Inicialmente, o programa previa cinco bolsas, mas o Governo de Goiás dobrou o número de beneficiários diante da qualidade das propostas apresentadas.

Segundo o governador, a convivência com diferentes culturas, o domínio de outro idioma e a formação acadêmica internacional vão ampliar as perspectivas pessoais e profissionais dos participantes. “Esse tipo de vivência amplia nossa visão de mundo e desperta ainda mais a vontade de sonhar alto. Foi o que me motivou, primeiro como deputado federal, depois como vice-governador e agora como governador, a criar caminhos para que os goianos tenham acesso a experiências como esta”, declarou.

Conduzida pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) e pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás (Fapeg), em parceria com o Instituto Trajetórias, a iniciativa contempla mestrados plenos em instituições listadas no World University Ranking 2026, elaborado pela Times Higher Education.

Para o titular da Secti, José Frederico Lyra Netto, o programa surgiu por iniciativa do governador Daniel Vilela e busca gerar efeitos duradouros para o Estado. “Vocês vão contribuir para a competitividade, ajudar a resolver problemas de Goiás e também promover mobilidade social. Quem tem uma oportunidade como essa consegue, muitas vezes, crescer muito além das condições que sua família teve”, afirmou.

Os desdobramentos acadêmicos e científicos do programa também foram destacados pelo presidente da Fapeg, Fernando Arriel. “Tenho absoluta certeza de que vocês levarão Goiás para o mundo e também trarão o mundo para Goiás. Nossa aposta é que façam conexões, aproveitem a experiência, conheçam novas culturas e estabeleçam relações com outras redes de pesquisa”, disse.