O volume de atividades turísticas em Goiás subiu 0,4% em março, o que confere ao Estado o terceiro lugar no ranking nacional. À sua frente, ficaram apenas Rio Grande do Sul (1,4%) e Rio Grande do Norte (1,3%). Já os recuos mais expressivos foram vistos em Alagoas (-9,5%) e Pernambuco (-9,2%). Os dados fazem parte da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta sexta-feira (15/5).

O volume das atividades ligadas ao turismo reforça o potencial do segmento e fortalece o setor de serviços. O titular da Secretaria de Estado de Indústria, Comércio e Serviços (SIC), Joel de Sant’Anna Braga Filho, destaca que “o resultado mostra a força da economia goiana e a confiança do setor produtivo no ambiente de negócios do estado. Goiás segue avançando também em áreas estratégicas, como tecnologia, comunicação e turismo, ampliando oportunidades, investimentos e geração de empregos”.

Entre os destaques positivos, o segmento de serviços de informação e comunicação apresentou crescimento de 11,9% na comparação com março de 2025, completando 12 meses consecutivos de resultados positivos. O setor engloba atividades de telecomunicações, tecnologia da informação, audiovisual, edição e agências de notícias.

Outro avanço relevante foi registrado pelos serviços profissionais, administrativos e complementares, que cresceram 4,3% no período, fortalecendo o ambiente de negócios e o suporte às atividades empresariais no estado. O setor de serviços em Goiás voltou a registrar crescimento em março de 2026. Segundo dados da PMS, o volume de serviços no estado avançou 0,2% em relação ao mês anterior, na série com ajuste sazonal. O resultado coloca Goiás entre as 14 unidades da Federação que apresentaram alta no período.

Indicadores – A Pesquisa Mensal de Serviços produz indicadores que permitem acompanhar o comportamento conjuntural do setor de serviços no país, investigando a receita bruta de serviços nas empresas formalmente constituídas, com 20 ou mais pessoas ocupadas, que desempenham como principal atividade um serviço não financeiro, excluídas as áreas de saúde e educação.