Ao comentar os resultados da Operação Destroyer – “Ruptura”, da Polícia Civil, cuja quarta fase foi deflagrada na manhã desta terça-feira (14/4), o governador Daniel Vilela ressaltou a dimensão da ação, que busca fechar ainda mais o cerco contra a criminalidade. “Esta é a maior operação da história da Polícia Civil no combate ao crime organizado aqui em Goiás. Desde a manhã, já foram presos 63 faccionados”, afirmou o chefe do Executivo estadual, ao reforçar que “em Goiás, faccionado não tem vez”.
Conforme informações da Polícia Civil do Estado de Goiás, somadas as etapas anteriores, a operação alcança o total de 120 presos no combate direto às organizações criminosas. O trabalho foi conduzido a partir do Grupo Especial de Repressão a Narcóticos (GENARC) de Rio Verde – 8ª Delegacia Regional de Polícia (DRP), com a participação de mais de 250 servidores. Também estão sendo cumpridos 45 mandados de busca e apreensão, além do sequestro de bens e valores estimados em aproximadamente R$ 10,5 milhões.
As equipes estão concentradas nos municípios goianos de Rio Verde, Goiânia, Aparecida de Goiânia, Senador Canedo, Leopoldo de Bulhões e Santa Terezinha de Goiás, além das cidades de Rio de Janeiro e São Gonçalo, Jandira e Cuiabá. Um dos diferenciais foi a utilização de ferramentas de inteligência para desarticular e asfixiar financeiramente as organizações. Nos últimos 30 dias, foram cumpridas mais de 240 medidas judiciais no âmbito da operação.
O delegado-geral da Polícia Civil, André Ganga, destacou que a Destroyer evidencia a capacidade investigativa e a atuação integrada das forças de segurança. “Estamos atuando de forma estratégica e contínua para enfraquecer as organizações criminosas, atingindo não apenas seus integrantes, mas também suas estruturas financeiras. Essa é uma diretriz clara do Governo de Goiás: investir em inteligência e integração para garantir resultados concretos no enfrentamento ao crime organizado”, afirmou.
Leave A Comment